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Movimento Monárquico, por Luiz Felipe Pondé

Eu sei que o movimento monárquico no Brasil ‘taí’, e eu já, inclusive, recebi e-mails de pessoas que se associam ao movimento monárquico. Eu conheço e lembro muito bem da defesa da monarquia que o poeta Borges Argentino fazia, dizendo que as vantagens da monarquia é que, pelo menos, o líder não precisava mentir, nem ser ridículo e nem brega pra convencer os outros a votarem nele, porque ele já era rei.

Então, eu conheço também as teses do antropólogo DaMatta, de que na época do debate, sobre a monarquia no Brasil, do plebiscito, o povo brasileiro tinha uma vocação natural pra reis e rainhas, vide a forma de como a gente se relaciona com pessoas famosas, o caso do Pelé [por exemplo], no passado e tal.

Eu entendo que a monarquia, ela como regime, preserva em alguma medida esse lado barulhento, tagarela da democracia e preserva também, a gente um pouco, dessas figuras meio ridículas que aparecem por aí querendo ser candidatos, de salvar a pátria e tal.

Então, eu entendo que aqueles que defendem a monarquia, que a defendem numa chave constitucional, como é a monarquia britânica entre outras, e entendem que […] a monarquia constitucional, ou seja, a Monarquia submetida a Constituição e um Regime Parlamentarista ao lado pode produzir um certo equilíbrio, porque de um lado você tem uma figura que nos leva a uma certa simbologia de ancestralidade, certo?! E do outro lado você tem o parlamentarismo que seria, digamos assim, a pegada democrática do regime.

A minha dúvida com relação as possibilidades de uma monarquia no Brasil, variam em conta, um pouco, de qual é a consistência desses herdeiros […].

Assista o vídeo completo aqui ou abaixo:

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